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Paranormal é todo aquele indivíduo integrante do grupo de pessoas que realizam algum fenômeno físico ou psíquico. Muitas pessoas conseguem realizar tais fenômenos paranormais, uns com mais, outros com menos intensidade. É verdade que as pessoas paranormais estão frequêntemente asssocidas à eventos da ufologia. Muitos são casos de contatos com seres extraterrestres. Um dos mais polêmicos é o caso de Urandir Fernades de Oliveira (UFO). Urandir tem contato com seres extraterrestres desde os 13 anos de idade, onde recebeu implantes para acelerar suas ondas cerebrais e seus chackras energéticos (para mais irformações vide artigos do espiritismo). Desde então Urandir começou a manifestar uma energia diferente e a realizar muitos fenômenos usando o poder e controle da mente, como materializar pedrinhas em formato de disco voador, transpirar perfumes pelas mãos, entortar metais como moeda, colher e outros talheres, projetar luzes em suas mãos, quebrar pratos, entre outros. Esses poderes já foram confirmados com provas científicas realizadas em laboratórios de pesquisas, da análise de exames de ondas mentais como exemplo eletroencefalogramos que comprovam a frequência mental alterada, que possibilita a realizaçõa dos fenômenos. Alguns desses exames foram acompanhados de equipes de TV, dando maior credulidade. Apesar disso, Urandir sofre acusações de grandes dimensões de ufólogos brasileiros que alegam que seus poderes são fraude e em suas lista de discussão o acusam falsamente de charlatão. Esses céticos lançaram um desafio há alguns anos atrás que foi aceito por Urandir para participar do Programa Fantástico da Rede Globo. Até hoje alegam que Urandir não aceitou o convite para demonstrar seus poderes paranormais. Isso é o que eles colocam em seus ataques e difamações contra Urandir. Mas mostramos aqui que o desafio foi aceito. Alguns dias depois de Urandir aceitar o convite, recebeu notificação do diretor do programa Fantástico, Luiz Petry que devido a problemas internos não realizariam mais o desafio. Conseguimos com a assessoria de imprensa do Projeto Portal cópia do email de Petry informando o fato, publicado abaixo. Segundo contato com a assessoria de impresa, Urandir sempre esteve e está à disposição para demonstrar suas habilidades de forma científica e não apenas como um show.
Urandir é fundador do Projeto Portal situado na fazenda Boa Sorte em Corguinho, MS; realiza palestras de controle e aceleração mental, onde divulga os conhecimentos adquiridos em seus contatos com seres de outros planetas.


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De: LPETRY
Enviada em: quarta-feira, 17 de setembro de 2003 18:22
Para: 'dreher-elenco'
Assunto: Desafio de paranormalidade
Caro Pedro,
Por uma questão absolutamente interna, que diz respeito apenas a nós, do Fantástico, e aos pesquisadores Jayme Roitman e Wellington Zangari, decidimos não mais realizar o desafio paranormal que vínhamos planejando com Urandir.
Agradeço o empenho de vocês, e espero que surja uma nova oportunidade para retomarmos as conversas sobre o desafio assim que possível.
Abraços,
Petry

Em determinada época de sua vida, Urandir descobriu na leitura dos acontecimentos cotidianos novos caminhos e a mágica da transmutação.Após a apresentação de um espetáculo para uma plateia de (nada mais, nada menos) duas mil duzentas e vinte e duas pessoas, acompanhado de alguns amigos, retirou-se do local. Enquanto caminhavam rumando ao seu destino, deram com um mendigo e uma criança (filha deste), que haviam sido atropelados por uma viatura recentemente. As pessoas que por aí transitavam passavam ao largo, sem se importarem com eles. Tampouco lhes prestavam qualquer tipo de socorro. O quadro todo aparentava tratar-se de uma simples simulação de sinistro.O mendigo estava sentado no cordão da calçada de uma rua movimentada. Ensanguentado e, devido às fortes dores que sentia, estava debulhado em pranto. Perto dele, uma criança, também coberta de sangue, esperava socorro de mão samaritana.Estava transitando também Urandir (e seus companheiros) pela mesma rua. Deparando-se com o horrendo cenário, parou, abalado no seu íntimo com a cruel insensibilidade de todos os passantes. E, aproximando-se das vítimas, desejou tocá-las. No entanto, pouco afeito a benesses, irritado e denotando irreflexão, voltou-se o acidentado para o irmão solidário, questionando-o de forma pouco urbana:Por que você está dando uma de bonzinho ? Ninguém, até agora, quis me ajudar!...Diante da estranha reação do mendigo, o prestativo transeunte afastou-se dele. Mas não tardou, ouviu-o gritando a plenos pulmões:Oh!... Volte aqui!... Onde você tocou, parou de doer. Agora toque aqui (apontando para uma determinada parte dolorida do corpo). Mostrava-lhe ainda outras partes afetadas do corpo. De quebra, o solidário viandante voltou para junto dele. E, após haver constatado seu alívio, continuou a ampará-lo. De igual modo, emprestou sua assistência à criança. Deu-lhes dinheiro e dispensou-lhes cuidados durante quinze dias, ciente de que tudo o que se faz por quem quer que seja, liberta e enobrece. Contrariamente, diferenciar as pessoas não é a pior forma de discriminá-las?O transeunte prosseguiu em seu caminho, entendendo que, naquele dia, poderia usar sua energia em prol de outrem.Hoje, o mendigo e a filha (casada) vivem no meio de familiares e amigos, rodeados de cerca de sessenta pessoas. Cada vez que o irmão solidário vai para a região onde moram, é saudado e recebido com grande felicidade.A luz que surgeEis que de repente Urandir vislumbrou uma luz surgindo. De imediato, intuiu:Essa luz é para mim.Eram seres que o faziam dirigir-se para uma região onde havia certa abundância de pasto. Na viatura - um jipão -, ia acompanhado por mais duas pessoas, quando seres lhe falaram com clareza meridiana:Finalmente, você descobriu a verdadeira utilidade da energia. Conheça também, agora, um ponto dela ao menos: aquele que é usado para a cura e a estabilização.Os seres-mestres ensinaram ao discípulo um processo técnico de usar a energia na auto-ajuda e na estabilização do campo vibracional das pessoas; ensinaram-lhe também a emitir luzes de suas mãos, do corpo e dos chakras, bem como a técnica secreta de acessar outras dimensões.As luzes continuaram a aparecer-lhe periodicamente. Por três anos, empenhou-se em desenvolver seu elevado potencial de paranormalidade.

Mais sobre a paranormalidade de Urandir em http://www.urandirfernandes.com.br/paranormalidade.html

Em determinada época de sua vida, Urandir descobriu na leitura dos acontecimentos cotidianos novos caminhos e a mágica da transmutação.Após a apresentação de um espetáculo para uma plateia de (nada mais, nada menos) duas mil duzentas e vinte e duas pessoas, acompanhado de alguns amigos, retirou-se do local. Enquanto caminhavam rumando ao seu destino, deram com um mendigo e uma criança (filha deste), que haviam sido atropelados por uma viatura recentemente. As pessoas que por aí transitavam passavam ao largo, sem se importarem com eles. Tampouco lhes prestavam qualquer tipo de socorro. O quadro todo aparentava tratar-se de uma simples simulação de sinistro.O mendigo estava sentado no cordão da calçada de uma rua movimentada. Ensanguentado e, devido às fortes dores que sentia, estava debulhado em pranto. Perto dele, uma criança, também coberta de sangue, esperava socorro de mão samaritana.Estava transitando também Urandir (e seus companheiros) pela mesma rua. Deparando-se com o horrendo cenário, parou, abalado no seu íntimo com a cruel insensibilidade de todos os passantes. E, aproximando-se das vítimas, desejou tocá-las. No entanto, pouco afeito a benesses, irritado e denotando irreflexão, voltou-se o acidentado para o irmão solidário, questionando-o de forma pouco urbana:Por que você está dando uma de bonzinho ? Ninguém, até agora, quis me ajudar!...Diante da estranha reação do mendigo, o prestativo transeunte afastou-se dele. Mas não tardou, ouviu-o gritando a plenos pulmões:Oh!... Volte aqui!... Onde você tocou, parou de doer. Agora toque aqui (apontando para uma determinada parte dolorida do corpo). Mostrava-lhe ainda outras partes afetadas do corpo. De quebra, o solidário viandante voltou para junto dele. E, após haver constatado seu alívio, continuou a ampará-lo. De igual modo, emprestou sua assistência à criança. Deu-lhes dinheiro e dispensou-lhes cuidados durante quinze dias, ciente de que tudo o que se faz por quem quer que seja, liberta e enobrece. Contrariamente, diferenciar as pessoas não é a pior forma de discriminá-las?O transeunte prosseguiu em seu caminho, entendendo que, naquele dia, poderia usar sua energia em prol de outrem.Hoje, o mendigo e a filha (casada) vivem no meio de familiares e amigos, rodeados de cerca de sessenta pessoas. Cada vez que o irmão solidário vai para a região onde moram, é saudado e recebido com grande felicidade.A luz que surgeEis que de repente Urandir vislumbrou uma luz surgindo. De imediato, intuiu:Essa luz é para mim.Eram seres que o faziam dirigir-se para uma região onde havia certa abundância de pasto. Na viatura - um jipão -, ia acompanhado por mais duas pessoas, quando seres lhe falaram com clareza meridiana:Finalmente, você descobriu a verdadeira utilidade da energia. Conheça também, agora, um ponto dela ao menos: aquele que é usado para a cura e a estabilização.Os seres-mestres ensinaram ao discípulo um processo técnico de usar a energia na auto-ajuda e na estabilização do campo vibracional das pessoas; ensinaram-lhe também a emitir luzes de suas mãos, do corpo e dos chakras, bem como a técnica secreta de acessar outras dimensões.As luzes continuaram a aparecer-lhe periodicamente. Por três anos, empenhou-se em desenvolver seu elevado potencial de paranormalidade.

A paranormalidade da pessoa causa efeitos por sua mente, intuída com a força da energia mental, fora dos limites da experiência normal ou dos fenómenos explicáveis cientificamente.O poder da mente vem sendo muito pesquisado. Quando usado com equilíbrio, é fonte de segurança, de sentido existencial profundo e de auto-imagem magnetizante. A mente se compara a uma floresta virgem: domina-a quem nela se embrenha.Desde pequeno, Urandir se embrenhou na floresta da mente, conseguindo dominar os próprios caminhos.
A energia aliada à mente
Em 1966, quando surgiu a televisão com imagens em preto e branco, sua cidade natal exibiu o primeiro aparelho em praça pública. Fascinado pelo novo invento, Urandir fez-se presente ao ato. Urandir Ficava irritado quando o monitor trocava de canal a seu bel-prazer, pois desejava assistir ao programa até ao seu final. O que fez?Não suportando o troca-troca de canais, o pré-adoles-cente Urandir pôs sua mente em ação e evitou que o aparelho sintonizasse outro canal.Aconteceu que, a partir daí, Urandir interferiria também no televisor do pai. E começou a interferir também em outros aparelhos eletrônicos e a fazer alterações substanciais em certos objetos.Na fase da pré-adolescência, a energia da pessoa se potencializa e, aliada à força mental, pode operar coisas extraordinárias, descortinando-se nela a força criadora do Cosmos.Certo dia, aos treze anos, enquanto estava almoçando, Urandir percebeu que seu garfo havia entortado e ferido seus lábios. Inconformado, jogou-o no chão, xingando a mãe, culpando-a. Ato contínuo, ajuntando o garfo, este continuou a vergar-se mais e mais, até quebrar. Isto aconteceu no exato momento em que Uri Gueller apareceu num programa de televisão entortando um garfo. Estava em ação a força do pensamento positivo, atuando sobre o talher.Maravilhado, surgiu na ideia do irritadiço menino uma luz que o fez exclamar de satisfação: Ah! É isso que eu faço!...Foi o momento em que tudo se tornou claro para Urandir. Associando os fatos, entendeu que, por meio do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com o de outrem -algo fora do normal. Tudo se lhe tornou mais fácil. Durante cerca de dois anos, persistiu em apostar com pessoas que costumavam rodeá-lo. Sempre levava vantagem, mesmo sem usar a técnica da prestidigitação.
A energia mental na prática
Na pré-adolescência, Urandir conseguia manipular a própria energia com facilidade. Tinha a convicção de que o potencial energético que a mente lhe proporcionava lhe era muito útil financeiramente, além de prazeroso. Firme no propósito, Urandir usou o valioso potencial direcionado tão-somente para coisas positivas.Sua vida na escola mudou. De forma intuitiva, Urandir começou a orientar os colegas de classe. Dizia, por exemplo, a um e a outro:Fale isso e aquilo para sua mãe. Ela vai lhe dar o que você quer. Ou ainda:Não faça isso ou aquilo com seus pais.Urandir era bem aceito, tanto isto é verdade que sua conduta lhe valeu o apelido de Santo - até hoje, os familiares chamam-no assim. Tudo o que dizia acabava acontecendo favoravelmente.A mente pode ser usada em favor do outro: é como ajudá-lo a usar uma fonte de benefícios que está dentro dele.
Influência do plano religioso
O modo de viver do ser humano sempre esteve ligado à religiosidade.Conquanto o indivíduo seja o que decide ser e não o que impõem coisas evanescentes, tais como siglas, dogmas e doutrinas, dificilmente ele não mistura religião com profissão - o que é bom augúrio.Naquela época, como ainda hoje, o plano religioso exercia influência quase decisiva sobre o espírito das pessoas. As desavenças internas e externas, nas diversas crenças, estavam menos deflagradas.Por índole, as pessoas interioranas são bastante religiosas.Urandir residia no interior de São Paulo (SP) - razão por que o seu apelido de Santo ganhava sentido com essa condição.Determinada crença religiosa, sobretudo quando provinda de berço, é um traço característico que marca muito os humanos. A propensão para certo tipo de fé parece estar embutida neles como parte de sua existência. O arraigamento da crença de foro íntimo -, com poder quase de mando, é tão complexo e inexplicável talvez - como o modo de amar e de rir.Dona Francisca conhecia uma senhora (feiticeira ou macumbeira), tida e havida como bruxa. Com relativo acerto, predizia os acontecimentos. Ela havia perdido um filho. E, ao conhecer o pequenino Urandir, exclamou com sentimento de profunda saudade: Ah!... Ele se parece com o anjinho que eu tenho na parede!Os dias iam passando e, a cada referência ao pequenino, chamava-o de Santinho.Adulto, ao Urandir narrar o fato, declara com modéstia: Não é que eu fosse um anjo, não. O carinho dela por mim levou-a a chamar-me assim.

Em outubro de 1994, Urandir e seu amigo Ernani voltaram ambos à cidade de Aquidauana (MS).Certo dia, a convite de dois policiais, praticaram um carteado de truco. Combinada a parceria dos policiais versus Urandir e Ernani, teve início o jogo. O carteado deu-se à volta de uma mesinha de um bar, à vista do dono deste e de reduzido número de assistentes.Na largada, o jogo estava dando ampla vantagem para a dupla policial. Em dado momento, alguém da assistência sussurrou aos ouvidos de um dos policiais:
Se Urandir quiser, ele ganha todas as partidas.
De pronto, este retrucou de peito estufado, alardeando:
Isto não existe!...
E, ensorbecido, acrescentou:
Acabei de fazer um curso de controle mental. Eu controlo tudo!...

Uma amostra de paranormalidade

Urandir (que via na sua tela mental todas as cartas do adversário), em resposta talvez à bazófia do policial, provocou uma virada repentina no placar do jogo, ganhando a partida seguinte. Depois, a segunda, a terceira... Daí para frente, levou vantagem em todas as partidas.Intrigado, o policial queria saber qual o processo mental que a parceria estaria usando para conseguir a súbita virada no jogo com as sucessivas vitórias.Simples, respondeu-lhe Urandir:
Eu pergunto para o seu subconsciente, e ele me responde. Tudo o que você toca, você sabe o que é.
Indignado, o policial lhe replicou:
Eu não acredito!...
E, enaltecido, prosseguiu:
Fiz curso de controle mental. Vou bloquear minha mente. Você não vai mais acertar carta alguma.
Ato contínuo, retirando uma carta do baralho e metendo-a no bolso, ordenou-lhe que a identificasse.Aí, após breve concentração silenciosa, Urandir (pretendendo captar a benevolência do policial e dos circunstantes) referiu tranquilamente:
Na verdade, o curso que você fez é muito bom. Não estou conseguindo identificar a carta. (E fazendo uma brincadeira, arrancou risos de todos.)
Então, identificando a carta apresentada, Urandir voltou-se ao público e anunciou alto e bom som:
Três de ouro!
Como é que acertou? - indagou-o o policial.
Com certa ironia, mas com humildade, Urandir devolveu-lhe:
Você aprendeu no curso como bloquear o seu pensamento. Você assimilou bem o método. E completou:
Mas você se descontraiu, e seu subconsciente me disse qual era a carta.
No intuito de desafiá-lo, a dupla policial e alguns dos presentes provocaram-no com mais testes de identificação de cartas. Sempre se portando com respeito e modéstia, Urandir agradou a todos. Para admiração geral, ele não errou um teste sequer.

Desafios à sua capacidade

O dono do bar assistiu ao carteado de truco. Por ouvir falar, sabia dos dotes paranormais de Urandir. Estava também informado que ele localiza ouro no subsolo, esmeraldas e diamantes. Objetivando mormente desafiar sua capacidade de paranormal, levou-o até um depósito de areia lavada, próximo de sua casa. Acompanharam-no os espectadores do jogo de cartas. Na areia do depósito, toda remexida, ele escondera uma aliança, incumbindo a Urandir para localizá-la. Que, em posição ereta, com o dedo indicador e médio esquerdo nas têmporas, estendeu a mão direita sobre a areia. Sem demora, a mão parou justamente sobre o ponto onde a aliança estava submersa. Em outra ocasião, uma vereadora, fazendeira, ao saber de seus dons paranormais, também o procurou para submetê-lo a testes de localização de metais preciosos. Mais interessada em solucionar problemas pessoais de saúde, oriundos de bloqueios que lhe obstruíam o caminho desde a infância, pediu-lhe a curasse. Livre das mazelas, convidou Urandir e a Ernani para conhecerem sua fazenda. Ali se encontrariam metais preciosos no subsolo. Percorrendo-a de ponta a ponta, Urandir constatou realmente a existência de metais preciosos. E dirigindo-se à fazendeira, transmitiu-lhe o seguinte:
Na sua fazenda, há muito ouro, porém, as técnicas que existem para extraí-lo têm um custo muito alto. Aconselho-a a aproveitar a fazenda de outra forma. E reforçando seu conselho, concluiu:
Melhor é você mudar de ideia.

Trecho do livro "Andarilhos do Universo"

Em outubro de 1994, Urandir e seu amigo Ernani voltaram ambos à cidade de Aquidauana (MS).Certo dia, a convite de dois policiais, praticaram um carteado de truco. Combinada a parceria dos policiais versus Urandir e Ernani, teve início o jogo.O carteado deu-se à volta de uma mesinha de um bar, à vista do dono deste e de reduzido número de assistentes.Na largada, o jogo estava dando ampla vantagem para a dupla policial. Em dado momento, alguém da assistência sussurrou aos ouvidos de um dos policiais:Se Urandir quiser, ele ganha todas as partidas.De pronto, este retrucou de peito estufado, alardeando:Isto não existe!... E, ensorbecido, acrescentou:Acabei de fazer um curso de controle mental. Eu controlo tudo!...
Uma amostra de paranormalidade
Urandir (que via na sua tela mental todas as cartas do adversário), em resposta talvez à bazófia do policial, provocou uma virada repentina no placar do jogo, ganhando a partida seguinte. Depois, a segunda, a terceira... Daí para frente, levou vantagem em todas as partidas.Intrigado, o policial queria saber qual o processo mental que a parceria estaria usando para conseguir a súbita virada no jogo com as sucessivas vitórias.Simples, respondeu-lhe Urandir: Eu pergunto para o seu subconsciente, e ele me responde. Tudo o que você toca, você sabe o que é.Indignado, o policial lhe replicou:Eu não acredito!... E, enaltecido, prosseguiu:Fiz curso de controle mental. Vou bloquear minha mente. Você não vai mais acertar carta alguma. Ato contínuo, retirando uma carta do baralho e metendo-a no bolso, ordenou-lhe que a identificasse.Aí, após breve concentração silenciosa, Urandir (pretendendo captar a benevolência do policial e dos circunstantes) referiu tranquilamente:Na verdade, o curso que você fez é muito bom. Não estou conseguindo identificar a carta. (E fazendo uma brincadeira, arrancou risos de todos.)Então, identificando a carta apresentada, Urandir voltou-se ao público e anunciou alto e bom som:Três de ouro!Como é que acertou? - indagou-o o policial.Com certa ironia, mas com humildade, Urandir devolveu-lhe:Você aprendeu no curso como bloquear o seu pensamento. Você assimilou bem o método. E completou:Mas você se descontraiu, e seu subconsciente me disse qual era a carta.No intuito de desafiá-lo, a dupla policial e alguns dos presentes provocaram-no com mais testes de identificação de cartas. Sempre se portando com respeito e modéstia, Urandir agradou a todos. Para admiração geral, ele não errou um teste sequer.
Desafios à sua capacidade
O dono do bar assistiu ao carteado de truco.Por ouvir falar, sabia dos dotes paranormais de Urandir. Estava também informado que ele localiza ouro no subsolo, esmeraldas e diamantes.Objetivando mormente desafiar sua capacidade de paranormal, levou-o até um depósito de areia lavada, próximo de sua casa. Acompanharam-no os espectadores do jogo de cartas. Na areia do depósito, toda remexida, ele escondera uma aliança, incumbindo a Urandir para localizá-la. Que, em posição ereta, com o dedo indicador e médio esquerdo nas têmporas, estendeu a mão direita sobre a areia. Sem demora, a mão parou justamente sobre o ponto onde a aliança estava submersa.Em outra ocasião, uma vereadora, fazendeira, ao saber de seus dons paranormais, também o procurou para submetê-lo a testes de localização de metais preciosos. Mais interessada em solucionar problemas pessoais de saúde, oriundos de bloqueios que lhe obstruíam o caminho desde a infância, pediu-lhe a curasse. Livre das mazelas, convidou Urandir e a Ernani para conhecerem sua fazenda. Ali se encontrariam metais preciosos no subsolo. Percorrendo-a de ponta a ponta, Urandir constatou realmente a existência de metais preciosos. E dirigindo-se à fazendeira, transmitiu-lhe o seguinte:Na sua fazenda, há muito ouro, porém, as técnicas que existem para extraí-lo têm um custo muito alto. Aconselho-a a aproveitar a fazenda de outra forma. E reforçando seu conselho, concluiu:Melhor é você mudar de ideia.


Urandir já se fizera substituído na supervisão de sua firma de construção civil. Nessa quadra penosa de sua vida, embora açoitado pelo sofrimento, nunca perdera de vista a magnitude da missão, servindo-lhe de degrau os acontecimentos do dia-a-dia para chegar a ela. Fazia o caminho andando - priorizando, então e agora, o caminhar com as próprias pernas.Nesse ínterim, Urandir falou para seu amigo Ernani de um sonho que tivera sobre um local onde encontrariam diamantes.Foi aí que ambos saíram à procura do local sonhado, a começar pela região conhecida pelo nome de Cipolândia, no estado do Mato Grosso do Sul.
A localização do diamante
Há mais tempo, haviam-se instalado algumas companhias de extração de ouro brasileiras e da Itália em CipolândiaCerto dia, familiares de Ernani, conhecidos do gerente da firma italiana, imaginaram que devessem promover um encontro entre este e Urandir.Não tardou para acontecer o encontro.Os três saíram a inspecionar toda região, passando por catras (buracos abertos, sob medida, que possibilitam acesso às rochas). Nas proximidades de uma delas, chamou-lhes atenção um cupinzeiro.Urandir seguiu em diante, sozinho. Retornando sem grande demora, estava pasmo, irradiando satisfação. Sua rápida sondagem visava a saber se havia pedras preciosas na região.Curioso, Ernani (ao lado do gerente da firma italiana) o indagou, querendo conhecer a razão de seu contentamento. Com alegria aparecendo no rosto, Urandir respondeu com convicção, apontando para as proximidades:Aqui tem um diamante.Mal o gerente negara existir aí um diamante, Urandir insistiu enfaticamente:Aqui tem um diamante! Estou confirmando.Não menos enfático, desmentiu-o pela segunda vez o gerente:Aqui não tem diamante algum!E disse mais, explicando:Já reviramos tudo, lavamos o cascalho e o passamos na máquina. Não encontramos nada.E Urandir arrematou insistente:Aqui tem!... Se você quiser verificar, só tem a ganhar.Incrédulo, o gerente ordenou a um peão que providenciasse três latas com capacidade de vinte litros cada uma. Nelas mandou depositar o cascalho, e, altivo e desafiador, perguntou a Urandir:Em qual das latas está o diamante?Urandir apontou com o dedo diretamente para o recipiente que continha a pedra preciosa.Ainda rompante, o gerente mandou que deixassem por último a lata que, supostamente, conteria o diamante. Lavado o cascalho da primeira e da segunda lata, e... nada de encontrar o diamante. Por fim, mandou lavar e passar pelas primeiras peneiras o cascalho da última. Processado o conteúdo da terceira fase, o diamante luziu... Luziu muito. De rara beleza, não atingia o teor de um quilate.O gerente, enfim, rendeu-se ao poder paranormal de Urandir, sobrepondo-se o respeito e a dignidade deste à soberba e ao orgulho daquele. E convidou a ambos para integrarem o quadro de funcionários da firma italiana. Acederam ao convite.Na época, interessava à empresa de extração de metais tão-só diamante, que valia mais do que o ouro, abundante na região.Posteriormente, por divergirem dos interesses da Companhia Italiana, dela se retiraram.À medida que Urandir se tornava conhecido na região, sobretudo mercê de seu alto grau de paranormalidade, era solicitado para localizar e definir pontos, em determinadas áreas de terra, onde se presumia haver ouro e pedras preciosas. Houve casos em que sequer lhe foram remunerados serviços de testagem, realizados em favor de pessoas inescrupulosas e interesseiras.Boa parte dos fatos parece não fazer sentido algum. Somos coagidos a ajustar expectativas e realidade em quase tudo, o tempo todo praticamente.Acontecimentos, sutilmente provocados pelos seres extraterrestres, foram indicando a Urandir o verdadeiro caminho que o levaria a conhecer a Terra Prometida.Esperar, esperar longamente...: era mais um teste que permearia o tempo do anúncio da promessa e o seu cumprimento.

Trecho do livro "Andarilhos do Universo"


Urandir já se fizera substituído na supervisão de sua firma de construção civil. Nessa quadra penosa de sua vida, embora açoitado pelo sofrimento, nunca perdera de vista a magnitude da missão, servindo-lhe de degrau os acontecimentos do dia-a-dia para chegar a ela. Fazia o caminho andando - priorizando, então e agora, o caminhar com as próprias pernas.Nesse ínterim, Urandir falou para seu amigo Ernani de um sonho que tivera sobre um local onde encontrariam diamantes.Foi aí que ambos saíram à procura do local sonhado, a começar pela região conhecida pelo nome de Cipolândia, no estado do Mato Grosso do Sul.
A localização do diamante
Há mais tempo, haviam-se instalado algumas companhias de extração de ouro brasileiras e da Itália em CipolândiaCerto dia, familiares de Ernani, conhecidos do gerente da firma italiana, imaginaram que devessem promover um encontro entre este e Urandir.Não tardou para acontecer o encontro.Os três saíram a inspecionar toda região, passando por catras (buracos abertos, sob medida, que possibilitam acesso às rochas). Nas proximidades de uma delas, chamou-lhes atenção um cupinzeiro.Urandir seguiu em diante, sozinho. Retornando sem grande demora, estava pasmo, irradiando satisfação. Sua rápida sondagem visava a saber se havia pedras preciosas na região.Curioso, Ernani (ao lado do gerente da firma italiana) o indagou, querendo conhecer a razão de seu contentamento. Com alegria aparecendo no rosto, Urandir respondeu com convicção, apontando para as proximidades:Aqui tem um diamante.Mal o gerente negara existir aí um diamante, Urandir insistiu enfaticamente:Aqui tem um diamante! Estou confirmando.Não menos enfático, desmentiu-o pela segunda vez o gerente:Aqui não tem diamante algum!E disse mais, explicando:Já reviramos tudo, lavamos o cascalho e o passamos na máquina. Não encontramos nada.E Urandir arrematou insistente:Aqui tem!... Se você quiser verificar, só tem a ganhar.Incrédulo, o gerente ordenou a um peão que providenciasse três latas com capacidade de vinte litros cada uma. Nelas mandou depositar o cascalho, e, altivo e desafiador, perguntou a Urandir:Em qual das latas está o diamante?Urandir apontou com o dedo diretamente para o recipiente que continha a pedra preciosa.Ainda rompante, o gerente mandou que deixassem por último a lata que, supostamente, conteria o diamante. Lavado o cascalho da primeira e da segunda lata, e... nada de encontrar o diamante. Por fim, mandou lavar e passar pelas primeiras peneiras o cascalho da última. Processado o conteúdo da terceira fase, o diamante luziu... Luziu muito. De rara beleza, não atingia o teor de um quilate.O gerente, enfim, rendeu-se ao poder paranormal de Urandir, sobrepondo-se o respeito e a dignidade deste à soberba e ao orgulho daquele. E convidou a ambos para integrarem o quadro de funcionários da firma italiana. Acederam ao convite.Na época, interessava à empresa de extração de metais tão-só diamante, que valia mais do que o ouro, abundante na região.Posteriormente, por divergirem dos interesses da Companhia Italiana, dela se retiraram.À medida que Urandir se tornava conhecido na região, sobretudo mercê de seu alto grau de paranormalidade, era solicitado para localizar e definir pontos, em determinadas áreas de terra, onde se presumia haver ouro e pedras preciosas. Houve casos em que sequer lhe foram remunerados serviços de testagem, realizados em favor de pessoas inescrupulosas e interesseiras.Boa parte dos fatos parece não fazer sentido algum. Somos coagidos a ajustar expectativas e realidade em quase tudo, o tempo todo praticamente.Acontecimentos, sutilmente provocados pelos seres extraterrestres, foram indicando a Urandir o verdadeiro caminho que o levaria a conhecer a Terra Prometida.Esperar, esperar longamente...: era mais um teste que permearia o tempo do anúncio da promessa e o seu cumprimento.