Os seres extraterrestres continuaram suas visitas, sempre lembrando de seu compromisso, que finalmente foi aceito aos vinte e nove anos.
“Vou relatar o que aconteceu comigo, porque pode ser sua história - ou parte dela - com que alguns de vocês podem se identificar, ou para que entendam como cheguei até aqui, o porquê de tudo. No começo eram vozes. Eu as ouvia, sem saber de onde vinham. Isso começou aos nove anos de idade. Sentia também a presença de alguém junto a mim, escutava me chamarem, mas não identificava quem. Às vezes via alguns vultos.
Com o passar do tempo, fui percebendo que, dependendo do meu estado emocional, ao chegar próximo de um eletrodoméstico, acontecia uma certa interferência, por exemplo, na sintonia do rádio ou da televisão.
Outra coisa era o pensamento. Tudo o que eu pensasse ou desejasse intensivamente, acabava acontecendo. Mas para mim, tudo isso era normal, não me incomodava.
E havia também os talheres que estavam tortos quando ia comer, mas eu acreditava, naquela época, que minha mãe os entortava ao lavar. Até que um dia, eu estava meio nervoso, e o garfo entortou tão rapidamente que feriu meus lábios. Irritado joguei-o no chão, mas ele continuou a entortar. Peguei-o e ele se quebrou na minha mão. E foi assim que eu percebi que o problema era comigo, pois não acontecia com meus irmãos.
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Urandir Fernandes de Oliveira conhecido no meio ufológico como UFO (iniciais de seu nome) é o fundador do Projeto Portal, uma entidade composta por centenas de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.
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Durante a segunda expedição à Amazônia o Projeto Portal recebeu apoio do Exército Brasileiro. Firmou-se então uma parceria nas pesquisas realizadas na floresta Amazônica. Na selva foram encontradas evidências de remotas civilizações rupestres e até espantosas antigíssimas marcas circulares atribuidas a pouco de objetos voadores na antiguidade. Urandir Fernandes de Oliveira participou comandando a equipe Ziguratis do Projeto Portal.
Paranormal e contatado Urandir Fernandes de Oliveira, fundador do Projeto portal, uma entidade composta por centenas de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.
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Muitos acreditam que o Projeto Portal é uma seita, uma igreja ou apenas um mundo de fantasia onde os avistamentos de discos voadores e contato com seres extraterrestres e interdimensionais não passam de fraudes, faróis de milha ou invenção da mente dos seguidores. Isso pode parecer a realidade para quem não conhece o Projeto Portal. A verdade é que na região de Corguinho no Mato Grosso do Sul ocorrem intensos fenômenos ufológicos. Nessa região se localiza a fazenda boa sorte, onde se encontra o Projeto Portal, cujo líder é Urandir Fernandes de Oliveira conhecido como UFO.Urandir é paranormal e já realizou diversos contatos com extraterrestres.
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Paranormal e contatado Urandir Fernandes de Oliveira, fundador do Projeto portal, uma entidade composta por centenas de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.
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Urandir Fernandes de Oliveira conhecido no meio ufológico como UFO (iniciais de seu nome) é o fundador do Projeto Portal, uma entidade composta por centenas de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.
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Urandir Fernandes de Oliveira conhecido no meio ufológico como UFO (iniciais de seu nome) é o fundador do Projeto Portal, uma entidade composta por centenas de membros que buscam a evolução mental e efetuam pesquisas em diversas áreas do conhecimento como geologia, biologia, geografia, paleontologia, história, tecnologia, física, química entre outros. Os pesquisadores do Projeto Portal buscam também explicar fenômenos desconhecidos muitas vezes atribuidos à ufologia.
Fonte: http://urandirfernandesdeoliveira.com.br/
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A expectativa sempre testa o espaço de tempo que permeia promessas e realizações.Uma nova realidade marcaria a vida de Urandir.Votara seus dias (as noites, sobretudo) à meditação dos fatos que lhe diziam respeito, à presença dos seres extraterrestres e à sua manifestação através de fenómenos, à previsão de possíveis surpresas que poderiam advir, enfim, ao caminho singular que começava a redirecionar a sua existência. Urgira-lhe a necessidade de adaptação. Mas sabe que tudo tem o seu preço e que nada se recebe graciosamente. Tem a consciência de que o sofrimento está a acrisolá-lo e a pautar-lhe o caminho que deve trilhar. Percebe que o sofrimento moral e físico (melhor dito, o estigma do sofrimento) lhe aponta uma nova direção.Encontrava-se dividido entre os planos dos seres e seus objetivos pessoais. Por isso, aqui e agora, muito à afeição é lembrada a figura de Samuel que, de noite, ao ouvir uma voz a chamá-lo pela quarta vez, respondeu:Fala, Senhor, que o teu servo escuta (I Sam 3,10).Certamente, o leal e zeloso discípulo se preparou para novos contatos com seus mestres e, consultando apenas a própria consciência, seguiu à risca a sua voz.Em lugar de destruir, tentou construir; em lugar de invejar, presenteou; em lugar de envenenar, embelezou; em lugar de dilacerar, reuniu e agregou.Para encontrar-se com os seres, esta é a verdadeira sabedoria, o caminho certo, parcial ou totalmente luminescente.Mais um disco voador
Haviam transcorrido seis meses, quando outro disco voador lhe apareceu. Eram quatro horas da tarde. No momento em que o céu era de brigadeiro, fora o novo palco da cena uma roça.Encontrava-se na cidade, quando teve uma curiosa intuição:Vá para o campo, para o sítio X. Nós estaremos lá.A roça não era distante de onde ele estava. Saíra correndo a toda brida, para chegar o quanto antes ao local. Com algum esforço, um reduzido número de pessoas conseguira acompanhá-lo, para também presenciar o fenómeno anunciado.Recém chegando à roça do sítio, vira o disco voador já pousado. Trabalhadores que aí estavam, puderam observar o estranho fenómeno, visto sequer em sonho. Ele se aproximou dos seres extraterrestres que, flutuando, desceram do aparelho, independente de escada. E, imediatamente, passaram-lhe o seguinte importante comunicado:Temos um trabalho para você. Vamos prepará-lo.Já se retirando, os seres lhe prometeram outro contato após sete meses. Também lhe garantiram que a cada dois anos lhe surgiria um fato novo.A imprensa local registrou o inarrável acontecimento, dando-lhe o justo e devido destaque.
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A paranormalidade da pessoa causa efeitos por sua mente, intuída com a força da energia mental, fora dos limites da experiência normal ou dos fenómenos explicáveis cientificamente.O poder da mente vem sendo muito pesquisado. Quando usado com equilíbrio, é fonte de segurança, de sentido existencial profundo e de auto-imagem magnetizante. A mente se compara a uma floresta virgem: domina-a quem nela se embrenha.Desde pequeno, Urandir se embrenhou na floresta da mente, conseguindo dominar os próprios caminhos.A energia aliada à mente
Em 1966, quando surgiu a televisão com imagens em preto e branco, sua cidade natal exibiu o primeiro aparelho em praça pública. Fascinado pelo novo invento, Urandir fez-se presente ao ato. Urandir Ficava irritado quando o monitor trocava de canal a seu bel-prazer, pois desejava assistir ao programa até ao seu final. O que fez?Não suportando o troca-troca de canais, o pré-adoles-cente Urandir pôs sua mente em ação e evitou que o aparelho sintonizasse outro canal.Aconteceu que, a partir daí, Urandir interferiria também no televisor do pai. E começou a interferir também em outros aparelhos eletrônicos e a fazer alterações substanciais em certos objetos.Na fase da pré-adolescência, a energia da pessoa se potencializa e, aliada à força mental, pode operar coisas extraordinárias, descortinando-se nela a força criadora do Cosmos.Certo dia, aos treze anos, enquanto estava almoçando, Urandir percebeu que seu garfo havia entortado e ferido seus lábios. Inconformado, jogou-o no chão, xingando a mãe, culpando-a. Ato contínuo, ajuntando o garfo, este continuou a vergar-se mais e mais, até quebrar. Isto aconteceu no exato momento em que Uri Gueller apareceu num programa de televisão entortando um garfo. Estava em ação a força do pensamento positivo, atuando sobre o talher.Maravilhado, surgiu na ideia do irritadiço menino uma luz que o fez exclamar de satisfação:
Ah! É isso que eu faço!...
Foi o momento em que tudo se tornou claro para Urandir. Associando os fatos, entendeu que, por meio do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com o de outrem -algo fora do normal. Tudo se lhe tornou mais fácil. Durante cerca de dois anos, persistiu em apostar com pessoas que costumavam rodeá-lo. Sempre levava vantagem, mesmo sem usar a técnica da prestidigitação.
A energia mental na prática
Na pré-adolescência, Urandir conseguia manipular a própria energia com facilidade. Tinha a convicção de que o potencial energético que a mente lhe proporcionava lhe era muito útil financeiramente, além de prazeroso. Firme no propósito, Urandir usou o valioso potencial direcionado tão-somente para coisas positivas.Sua vida na escola mudou. De forma intuitiva, Urandir começou a orientar os colegas de classe. Dizia, por exemplo, a um e a outro:Fale isso e aquilo para sua mãe. Ela vai lhe dar o que você quer. Ou ainda:Não faça isso ou aquilo com seus pais.Urandir era bem aceito, tanto isto é verdade que sua conduta lhe valeu o apelido de Santo - até hoje, os familiares chamam-no assim. Tudo o que dizia acabava acontecendo favoravelmente.A mente pode ser usada em favor do outro: é como ajudá-lo a usar uma fonte de benefícios que está dentro dele.
Influência do plano religioso
O modo de viver do ser humano sempre esteve ligado à religiosidade.Conquanto o indivíduo seja o que decide ser e não o que impõem coisas evanescentes, tais como siglas, dogmas e doutrinas, dificilmente ele não mistura religião com profissão - o que é bom augúrio.Naquela época, como ainda hoje, o plano religioso exercia influência quase decisiva sobre o espírito das pessoas. As desavenças internas e externas, nas diversas crenças, estavam menos deflagradas.Por índole, as pessoas interioranas são bastante religiosas.Urandir residia no interior de São Paulo (SP) - razão por que o seu apelido de Santo ganhava sentido com essa condição.Determinada crença religiosa, sobretudo quando provinda de berço, é um traço característico que marca muito os humanos. A propensão para certo tipo de fé parece estar embutida neles como parte de sua existência. O arraigamento da crença de foro íntimo -, com poder quase de mando, é tão complexo e inexplicável talvez - como o modo de amar e de rir. Dona Francisca conhecia uma senhora (feiticeira ou macumbeira), tida e havida como bruxa. Com relativo acerto, predizia os acontecimentos. Ela havia perdido um filho. E, ao conhecer o pequenino Urandir, exclamou com sentimento de profunda saudade:
Ah!... Ele se parece com o anjinho que eu tenho na parede!
Os dias iam passando e, a cada referência ao pequenino, chamava-o de Santinho.Adulto, ao Urandir narrar o fato, declara com modéstia: Não é que eu fosse um anjo, não. O carinho dela por mim levou-a a chamar-me assim.
Leia mais em http://www.urandir.com.br/ufologo.html
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Urandir Fernandes Oliveira, conhecido como UFO (sigla do seu nome), é bastante conhecido nos meios ufológicos brasileiro e internacional. É perseguido por muitos que o acusam indevidamente de ser fraude da ufologia nacional. Porém é comprovado o fato de sua paranormalidade e de seus contatos com extraterrestres, alguns até filmados por equipes de TV. Urandir nasceu em 14 de março de 1963, em Marabá Paulista, no interior de São Paulo. É filho de comerciário, tem cinco irmãos e três irmãs. Desde os 8 anos impressionava seus irmãos entortando talheres na cozinha. Aos 13 anos teria tido seu primeiro encontro com um extraterrestre, em São Paulo. Era um ser alto, com cabelos louros, olhos como de gato, com pupilas cor de mel, numa íris azul, verde ou amarelo. Para que fosse possível a comunicação, sua freqüência mental foi acelerada pelo ser. A partir de então passou a ter poderes sobre a matéria, entortando metais, provocando fluorescência nas mãos, e acendendo luzes “com a força da mente”.
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Urandir Fernandes de Oliveira é um fenômeno. Desde os 13 anos ele tem contato com seres extraterrestres, especialmente com os do planeta Vênus. São figuras com 20% de matéria e 80% de energia, que se locomovem em naves douradas. Deles, Urandir recebeu diversos dons, a começar pelo da cura. Recebeu também a missão de preparar a humanidade para acompanhar mudanças na Terra, que está evoluindo da terceira para a quarta dimensão. Urandir tem ainda acesso aos arquivos cósmicos dos humanos. Numa caverna de sua fazenda, o Projeto Portal, no município de Corguinho (MS), seres intraterrenos guardam estes arquivos há mais de seis mil anos.
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A partir desse acontecimento, constantemente foi visitado por luzes que se comunicavam mentalmente e sua paranormalidade foi evoluindo gradativamente.
Os seres extraterrestres continuaram suas visitas, sempre lembrando de seu compromisso, que finalmente foi aceito aos vinte e nove anos.
“Vou relatar o que aconteceu comigo, porque pode ser sua história - ou parte dela - com que alguns de vocês podem se identificar, ou para que entendam como cheguei até aqui, o porquê de tudo. No começo eram vozes. Eu as ouvia, sem saber de onde vinham. Isso começou aos nove anos de idade. Sentia também a presença de alguém junto a mim, escutava me chamarem, mas não identificava quem. Às vezes via alguns vultos.
Com o passar do tempo, fui percebendo que, dependendo do meu estado emocional, ao chegar próximo de um eletrodoméstico, acontecia uma certa interferência, por exemplo, na sintonia do rádio ou da televisão.
Outra coisa era o pensamento. Tudo o que eu pensasse ou desejasse intensivamente, acabava acontecendo. Mas para mim, tudo isso era normal, não me incomodava.
E havia também os talheres que estavam tortos quando ia comer, mas eu acreditava, naquela época, que minha mãe os entortava ao lavar. Até que um dia, eu estava meio nervoso, e o garfo entortou tão rapidamente que feriu meus lábios. Irritado joguei-o no chão, mas ele continuou a entortar. Peguei-o e ele se quebrou na minha mão. E foi assim que eu percebi que o problema era comigo, pois não acontecia com meus irmãos.
Nesta mesma noite, apareceu na televisão o paranormal Uri Gueler, entortando e quebrando objetos com a força do pensamento. Associei os fatos e entendi que, através do pensamento positivo, poderia manipular a matéria e interagir com o pensamento de outras pessoas e que isso não era uma coisa corriqueira.
Meu primeiro contato com seres extraterrestres foi aos treze anos. Até essa idade nunca tinha visto nada diferente no céu. Eu estava numa praça e vi uma luz imensa que piscava e mudava de cor, emitia um som como um zumbido forte e fazia evoluções circulares. De repente, sumiu.
Fui para casa e, quando estava deitado, vi uma luz violeta no quarto que me sugou e me levou para dentro de uma nave, através do teto (nessa época, eu nem sabia o que era uma nave).
Dentro da nave, dois homens mexeram no meu pescoço, deixando uma cicatriz. E uma mulher fazia gestos com as mãos iluminadas, como se estivesse se energizando e a mim também. Disse-me que me visitariam outras vezes e me trariam tarefas, as quais eu deveria cumprir. Fui levado de volta ao meu quarto da mesma forma que sai.
Até hoje tenho essa cicatriz no pescoço, provocada por um implante, constatado por radiografias. Mais tarde os seres me explicaram que isso era para me auxiliar na ativação da energia.
Depois desse acontecimento, fui constantemente visitado por luzes que se manifestavam mentalmente e minha paranormalidade foi evoluindo cada vez mais.
Eu tive problemas em relação às pessoas à minha volta durante minha infância e adolescência, porque eu era "diferente". Era isolado pelos outros, discriminado, tachado de bruxo, louco, feiticeiro, mentiroso.
A partir dos dezoito anos comecei a fazer espetáculos de paranormalidade para as pessoas, mas os seres em forma de luz me diziam que essa energia não deveria ser usada para exibicionismo e que eu deveria descobrir qual o seu propósito.
Aos vinte e três anos, outra "casualidade", outra descoberta. Encontrei numa rua duas pessoas que tinham sido atropeladas e estavam com fraturas. Senti um ímpeto de tocá-las e assim o fiz, as dores foram diminuindo até que cessaram completamente. Neste dia entendi que poderia e deveria usar minha energia em prol dos outros.
Depois disso recebi orientações dos seres sobre técnicas de como utilizar essa energia para, auto-ajuda, estabilização do campo vibracional das pessoas, assim como emitir luzes das mãos, do corpo, dos chakras e como acessar outras dimensões.
Aprendi que essa fluorescência em meu corpo poderia ser ativada através de estímulos emocionais e sexuais (kundalini) que aceleram minhas freqüências cerebrais, transmutando minha energia. Inclusive essa luminosidade das minhas mãos já foi testada por cientistas, que não conseguiram provar que fosse causada por algum produto químico. Aliás, nas reuniões de energizações, as pessoas que tem energias compatíveis também conseguem se iluminar, sem que eu precise tocá-las.
E eu continuei recebendo visitas dos seres que me lembravam continuamente que eu tinha uma missão a cumprir, o que só aceitei aos vinte e nove anos. Eu hesitava porque entendia que era uma responsabilidade muito grande.
E ficou estabelecido que sempre que fosse necessário provar para uma ou mais pessoas a existência dos seres, que eles se manifestariam de alguma forma, para dar respaldo ao meu trabalho. E isso vem ocorrendo regularmente.”
Tudo o que aconteceu com Urandir, também acontece com muitas pessoas: fenômenos paranormais, energias intensificadas, percepções extrasensoriais, fenômenos naturais, que se manifestam em nossa vida e não damos importância, não paramos para pensar neles.
A Paranormalidade é uma capacidade que todos temos: de ativar nossa energia vibracional, através de estímulos vários, numa fusão que altera a nossa freqüência cerebral.
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